Oil industry on borrowed time as switch to gas and solar accelerates

It is a fair bet that scientists will have conquered intermittency by the end of the decade, at which point the switch to renewables becomes a stampede. This is where great fortunes may be made, perhaps the mirror image of the wealth to be lost on fossil defaults.

Brokers Sanford Bernstein call it the new order of “global energy deflation”. Technology momentum is unstoppable, and one-way only.

Big Oil is trapped, gradually running down legacy reserves. The longer that geopolitical eruptions disguise this erosion of competitiveness by propping up prices, the more emphatic the shift to renewables. Yet if prices do drift down to $80 – as many expect – they will lose money on their exotic ventures.

The energy group Douglas-Westwood says half the oil industry needs prices of $120 or more to generate free cash flow under current drilling plans and shareholder dividends. Leverage may catch up with them, a risk flagged recently by Standard & Poor’s.

Ambrose Evans-Pritchard -  The Telegraph


Consulting 101

A PowerPoint is not a presentation!


Could terrorists really black out the power grid?

Why the grid is ‘inherently vulnerable’

The U.S. electrical grid was not designed with today’s complexities in mind — let alone the ability to withstand terrorist attacks. 

“The power grid is inherently vulnerable because it is spread across hundreds of miles, and many key facilities are unguarded,” the report prepared for Homeland Security found. “Electric systems are not designed to withstand or quickly recover from damage inflicted simultaneously on multiple components. Such an attack could be carried out by knowledgeable attackers with little risk of detection or interdiction. Further well-planned and coordinated attacks by terrorists could leave the electric power system in a large region of the country at least partially disabled for a very long time.”

Another big reason the grid is vulnerable is that it takes a long time to replace equipment — such as large boilers, turbines and transformers — underpinning the nation’s critical infrastructure. It could take months or even years to replace such equipment, according to estimates.

Utility Dive

Another reason why a distributed, resilient architecture such as the promoted in the Smart-Grid concept makes sense.

Even if not by deliberate acts of violence, that the destruction of so few key points in the electrical system can completely blackout a coutry of the size of the US for over a year is downright “frightening”.


LEDs Will Get Even More Efficient: Cree Passes 300 Lumens Per Watt

LED maker Cree announced this week that it had achieved a new record in terms of lighting efficiency, harvesting 303 lumens per watt from a white high power LED at room temperature.  This represents a 10% increase over last year’s record of 276 lumens per watt, also held by Cree.

For comparison’s sake (though admittedly not a pefect example), the traditional 60 watt incandescent bulb (now essentially outlawed as a consequence of new lighting standards that took effect in January, and which utilized 95% of its energy to produce heat), typically yielded 750-1150 lumens, or between 12.5 and just over 19 lumens per watt. The warm white LED from Cree that you can currently buy at Home Depot in some markets for as little as $5 (with utility subsidy included in the shelf price) yields 800 lumens for 9.5 watts, or 84 lumens per watt.

Forbes


Gás natural como combustível para transportes

Quase 5 anos depois de ter olhado com profundidade para este assunto pela primeira vez, espanto-me com a possiblidade de economia e vantagens que o uso de Gás Natural como combustível para veículos pesados tem, e com o que tem sido menosprezado/ignorado.

Há aqui um potencial enorme à espera de ser aproveitado.


Publishers withdraw more than 120 gibberish papers

The publishers Springer and IEEE are removing more than 120 papers from their subscription services after a French researcher discovered that the works were computer-generated nonsense.

Over the past two years, computer scientist Cyril Labbé of Joseph Fourier University in Grenoble, France, has catalogued computer-generated papers that made it into more than 30 published conference proceedings between 2008 and 2013. Sixteen appeared in publications by Springer, which is headquartered in Heidelberg, Germany, and more than 100 were published by the Institute of Electrical and Electronic Engineers (IEEE), based in New York. Both publishers, which were privately informed by Labbé, say that they are now removing the papers.

Among the works were, for example, a paper published as a proceeding from the 2013 International Conference on Quality, Reliability, Risk, Maintenance, and Safety Engineering, held in Chengdu, China. (The conference website says that all manuscripts are “reviewed for merits and contents”.) The authors of the paper, entitled ‘TIC: a methodology for the construction of e-commerce’, write in the abstract that they “concentrate our efforts on disproving that spreadsheets can be made knowledge-based, empathic, and compact”. (Nature News has attempted to contact the conference organizers and named authors of the paper but received no reply; however at least some of the names belong to real people. The IEEE has now removed the paper).

Nature

Current scientific publishing is clearly, plainly, painfully broken.


Eu sou ministro da energia, não sou ministro das energias renováveis

E o curto prazo para os pequenos e médios empresários?

No que tem a ver com a micro-geração, avançaremos, nas próximas semanas, com o regime do auto-consumo, de modo a que cada um de nós possa, em nossa casa, produzir para consumo próprio electricidade e não estar apenas ao abrigo de um regime de venda desta electricidade à rede, como era o regime da micro-geração. Esta aposta vai não apenas fomentar a aposta nas energias renováveis, na medida em que será utilizada para auto-consumo, mas vai dinamizar a actividade económica dos pequenos e médios instaladores, do cluster do fotovoltaico. 

São notícias associadas também à mobilidade eléctrica. O nosso paradigma de mobilidade eléctrica e de produção de energia não é uma lógica XXL, com grandes infra-estruturas de energia renovável, grandes centrais solares, e por outro lado uma grande infra-estrutura de carregamento dos carros eléctricos na via pública. Vamos avançar em breve para instrumentos legislativos que fomentem o auto-consumo e que por outro lado fomentem o carregamento do carro eléctrico mais próximo do local de consumo.

Estamos a trabalhar em dois planos: um plano é o carregamento, como disse, o outro é o da fiscalidade. No âmbito da comissão para a reforma da fiscalidade verde que foi lançada há pouco tempo, e que visa num quadro de neutralidade fiscal, reorientar a carga fiscal do factor trabalho para o factor poluição, a aposta na mobilidade eléctrica pode também beneficiar da fiscalidade verde que venha a ser desenhada. 
 

[...] 

Qual tem sido a reacção dos seus parceiros europeus à nova meta vinculativa que Portugal propôs e que visa que os estados-membros tenham auto-estradas de electricidade a ligá-los, equivalentes a 25% da potência eléctrica instalada?

A reacção tem sido muito positiva. Depois de alguma acção muito articulada com vários países europeus, com a Comissão Europeia, julgo que foi alcançado o nosso objectivo. Hoje em todos os documentos que a Comissão Europeia produz, ou que vários vão produzindo de preparação para esta negociação sobre o clima e energia, o tema das interligações aparece em todos os textos. E isto só acontece, perdoe-me a imodéstia, porque Portugal desde há alguns meses persistentemente foi dizendo à Comissão Europeia, aos governos, ao conselho, que o tema das interligações era uma pré-condição para uma descarbonização de baixo custo da UE. É a alternativa de uma Europa interligada, em que a capacidade é gerida de uma forma mais integrada e portanto a capacidade ociosa é menor. Julgo que conseguimos provar aos nossos parceiros da União Europeia que o tema das interligações não é um tema português ou espanhol. É um tema europeu. 

Portugal e Espanha têm hoje 30 GW de potência instalada, em especial na área eólica. Segundo os cálculos que fizemos, o potencial de capacidade renovável dos dois países é de 130 GW. A fixação do objectivo de 25% para as interligações, em 2030, pressupõe uma capacidade instalada de 70 GW, isto é, cerca do dobro da existente actualmente e de metade da potencial, logo a meta definida para 2030 é, além de ambiciosa, possível. Estamos na prática a oferecer à UE a capacidade de se abastecer com um valor que é hoje duas vezes superior à capacidade instalada na Península Ibérica, para suprir necessidades de energias renováveis em países que, se tiverem de fazer por metas próprias e projectos próprios, estarão a pagar muito mais, porque não terão recursos de sol nem de água que a Península Ibéria tem.

Jorge Moreira da Silva – Publico.pt

Uma entrevista muito interessante, com especial enfâse para a ‘notícia’ do auto-consumo e a perspectiva positiva das ‘auto-estradas da electricidade’. A ser verdade e a realizarem-se será possível haver bastante investimento na área da energia solar no sul da Península na próxima decáda. 1

O auto-consumo no entanto sabe um pouco a paliativo considerando as tarifas da microgeração para 2014.


  1. “a realizar-se” é o termo importante a focar aqui… 

Clichês

Fundacion Alpe


Portugal leva proposta a Bruxelas para exportar energia renovável para a UE

A União Europeia não conseguirá atingir as novas metas de clima e energia para 2030, a custos suportáveis para os consumidores, se não comprar energia renovável a Portugal e Espanha, países mais abundantes em vento e sol e, por isso, mais baratos para produzir. É este o motivo de base que o Governo português apresenta para a proposta inédita que enviou esta semana à Comissão Europeia e que pode levar o país a tornar-se exportador de energia renovável para a UE.

Terça-feira passada, o ministro do Ambiente e da Energia, Jorge Moreira da Silva, enviou aos comissários europeus com as respectivas áreas uma carta em que propõe uma meta vinculativa de 25% de capacidade de interligação das redes eléctricas entre todos os estados-membros até 2030. “É um assunto prioritário”, diz, dada “a necessidade de transferência física, entre estados-membros, da electricidade produzida de fontes renvováveis”, a custos eficientes.

A meta defendida significa, na prática, que a UE deve ter “auto-estradas” de electricidade com espaço suficiente para deixar circular 25% da capacidade de produção instalada em todo o seu território dentro de 16 anos. Como meta intermédia para 2020, defende 12% e, “no muito curto prazo”, 10%. “Se a política europeia para 2030 quer impulsionar o uso de energias renováveis, isto significa que precisamos de um roteiro” para as interligações, escreve o ministro.

publico.pt

Tenho algumas dúvidas sobre a viabilidade financeira, técnica e logística de instalar linhas de transporte que possibilitem 25% da capacidade instalada do total da UE. Presumo que a notícia esteja incompleta ou mal escrita e gostava de ver melhor esse documento para perceber melhor a proposta.

No entanto o reforço da capacidade de interligação entre a Península Ibérica e o resto da Europa é, há muito, apontado como algo essencial quer para o desenvolvimento econoómico da Iberia, quer como reforço da energia de origem renovável do resto da Europa.

A energia é “local”. As formas e quantidades de produzir renováveis variam fortemente de local para local e tecnologia para tecnologia. Faz todo o sentido a Iberia exportar energia solar para o resto da Europa. Mesmo contando o custo da transmissão é muito provável que o preço fosse altamente competitivo com outras fontes locais e com um maior benefício “ambiental”.

Agora, é claro, terá é de se conseguir juntar força política para impor uma solução à escala Europeia e fortalecer o mercado europeu de energia comum.


This Is the Man Bill Gates Thinks You Absolutely Should Be Reading

Yikes. So all we’ve got left is reducing consumption. But who’s going to do that?

My wife and I did. We downscaled our house. It took me two years to find a subdivision where they’d let me build a custom house smaller than 2,000 square feet. And I’ll test you: What is the simplest way to make your house super-efficient?

Insulation!

Right. I have 50 percent more insulation in my walls. It adds very little to the cost. And you insulate your basement from the outside—I have about 20 inches of Styrofoam on the outside of that concrete wall. We were the first people building on our cul-de-sac, so I saw all the other houses after us—much bigger, 3,500 square feet. None of them were built properly. I pay in a year for electricity what they pay in January. You can have a super-efficient house; you can have a super-efficient car, a little Honda Civic, 40 miles per gallon.

Your other big subject is food. You’re a pretty grim thinker, but this is your most optimistic area. You actually think we can feed a planet of 10 billion people—if we eat less meat and waste less food.

We pour all this energy into growing corn and soybeans, and then we put all that into rearing animals while feeding them antibiotics. And then we throw away 40 percent of the food we produce.

Meat eaters don’t like me because I call for moderation, and vegetarians don’t like me because I say there’s nothing wrong with eating meat. It’s part of our evolutionary heritage! Meat has helped to make us what we are. Meat helps to make our big brains. The problem is with eating 200 pounds of meat per capita per year. Eating hamburgers every day. And steak.

You know, you take some chicken breast, cut it up into little cubes, and make a Chinese stew—three people can eat one chicken breast. When you cut meat into little pieces, as they do in India, China, and Malaysia, all you need to eat is maybe like 40 pounds a year.

Wired Science